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Para Aparecida

fizemos o seguinte:

1) Alugamos um carro; a locadora fica na Rua da Consolação, perto da São Luís, quase esquina com a Nestor Pestana. Era um sábado de tempo bom, não muito calor, um pouco nublado. Esperando todos os viajantes fiquei andando pela Martins Fontes, depois vendo o movimento da rua aumentar discretamente.

2) De lá saímos umas 11h. O caminho até a estrada é meio chatinho, por mais que simples. Tem que passar por perto da Zona Cerealista, Mercadão, Luz, região da 25 de março, que sábado de manhã está no ápice da agitação.

3) Com a Marginal Tietê em obras, o sufoco dura alguns minutos. Chegar na estrada é um alívio: Ayrton Senna e Carvalho Pinto na ida; Dutra na volta, só para variar um pouco.

4) O comércio é fartíssimo. Sem dificuldade achamos um restaurante razoável, não muito longe da Basílica Velha – um mimo, depois da restauração que está em curso. Deixamos o carro na pracinha da basílica.

5) A passarela que leva à nova basílica é um momento à parte. Uns rapazes pagando promessa caminham de joelhos. Um deles somente acompanhado da namorada, que lhe dá as mãos.

6) Na basílica a todo momento há cânticos ou arremedos de missa.

7) A sala das promessas é o ponto alto do dia. Ex-votos, fotos coladas no teto, objetos de profissão organizado por temas em vitrines, crucifixos, imagens da nossa senhora.

8) O mirante não é extraordinário, mas vale os três reais de entrada, que também dão direito a visitar o museu. O prédio do mirante é o único lugar onde pude encontrar cartões postais. O comércio de lojas e barracas oferece gravação com nome em chaveiros e em todo objeto gravável. Pessoas se reúnem em torno de “folclore”.

9) Sair para pegar a estrada é questão de ficar atento às placas.

10) Ir a Aparecida fora do mês de outubro não é um inferno como eu esperava.

Sensação de missão cumprida.